Um Guia Prático Sobre Girassóis

Como prometido, hoje vou falar sobre a Sunflower.
Bem-vindos de volta. Já faz um tempo, né?

Decidi não falar nesta postagem, ou talvez nunca, sobre o que exatamente aconteceu entre nós dois. Mas eu posso muito bem entrar em detalhes sobre os sentimentos que tenho por ela, e tudo aquilo que eu senti enquanto tudo acontecia.

Medo.
Insegurança.
Impotência.

Mas acima disso, e muito acima, uma multitude de sentimentos que eu se quer sabia que eu podia sentir, e que desde que senti, não fui nem capaz de dar um nome.
É, dar um nome. Se, na ciência, sou o primeiro a observar um fenômeno, significa que eu sou o mais capacitado a dar um nome para ele. O mesmo acontece aqui. E tenho certeza que fui o primeiro, na história da humanidade, a sentir tanto amor acumulado em um kokoro tão pequenino quanto o meu.
Não me canso de dizer o quanto ela é incrível. Nem pra ela, nem pra mim mesmo, nem para todos aqueles que considero meus amigos (aposto que já tão de saco cheio disso, inclusive). É, talvez ela tenha certas dificuldades pra acreditar nisso às vezes. Somos adolescentes, todos temos essa dificuldade, né? Mas acredite, de verdade, quando digo o quão espetacular é essa garota. Em todos os aspectos.

Sua personalidade é surpreendente, até certo ponto. É sério – com base no seu estilo, é bem fácil identificar que tipo de garota ela é. “Ela é artística, é criativa, adora ouvir música (de qualidade), é super animada e entusiasmada, ao mesmo tempo, com o tudo e o nada que acontece na sua vida, e na de todos ao seu redor”. É interessante o quanto um simples All-Star amarelo pode nos falar sobre alguém, né?
Bom, com base no que conheço dela, só esses adjetivos não significam praticamente nada. É aí que ela começa a surpreender.

É, ela é muito criativa. Mas aposto que você não sabia que ela ama escrever poesia. Ela ama escrever. Se você visse cada poema dela, aposto que apaixonaria sem se quer olhar naqueles hipnotizantes olhos esverdeados. Sabe, é como se você conseguisse ver cada palavra que ela escreve saindo da boca dela enquanto lê. Cada poema é um sarau inteiro na minha imaginação, e é ela mesma que tá falando lá na frente, colocando cada pedacinho do kokoro dela, em cada obra de arte que ela escreve. Mas a obra de arte dela não tá limitada aos seus poemas.
Ela também ama fotografia. E as fotos que ela tira só não são mais lindas do que ela, porque isso é impossível. Se você visse as fotos que ela me manda de cada viagem, cada lembrança, cada memória que ela manteve guardada por tanto tempo, cara, você iria chorar no primeiro pôr-do-sol que ela te mandasse. Acredite em mim, eu chorei também. E olha que eu nunca havia chorado por uma foto antes.
Seu lado artístico também vai pra pintura. Você tem que ver o quão feliz ela fica ganhando tintas novas. Sinceramente, por mim, eu comprava uma caixa cheia de tinta, de todas as tonalidades que existem, nem que ela fosse usar só 1/4 de tudo aquilo que eu comprei – só pra vir a felicidade dela bem de pertinho. Amo o jeito como ela usa a arte para se expressar, em meio às tantas formas de expressão que ela tem.

É, ela adora ouvir música, também. Quem não gosta de ouvir música? Mas de verdade, ela tem um ÓTIMO gosto musical. Eu anotei todas as músicas que ela me mandou desde que começamos a conversar. Tá, talvez não todas, mas grande parte. A lista em si é cheia de todo tipo de música, de vários gêneros diferentes, mas ela curte muito indie rock, assim como eu. As músicas na lista foram adicionadas por motivos diferentes – em alguns casos, ela só gostava da música como qualquer outra. Em outros, era uma música que ela tava curtindo no momento e decidiu me mandar. Em outros, eram músicas engraçadas. E em outros (os meus preferidos, por sinal), músicas que ela sentia uma conexão muito forte. Músicas que faziam ela despertar algum sentimento lá no fundo, seja por se conectar com alguém em específico, ou com algum evento muito importante na vida dela. E enquanto ela me explicava como cada música tinha um significado especial pra ela, eu só conseguia pensar em como ela conseguiu dar significado a cada música que eu escutava. Estou ouvindo uma das músicas que ela me recomendou para escrever agora, pra falar a verdade. Dá uma escutada. Essa música se tornou uma das minhas favoritas. Representa, em partes, como eu me sinto com ela.

É, ela é animada e entusiasmada, com muita coisa. A energia dela é contagiante, e isso pode ser bom ou ruim dependendo do seu ponto de vista. Quando ela tá feliz, é a melhor coisa do mundo. Você consegue sentir o ânimo dela, e esse ânimo passa pra você num instante, mesmo que você esteja tendo o pior dia da sua vida. Cada mensagem fofa, elogio, cada declaração que ela me faz deixa o meu kokoro à milhão. Não era à toa que eu sempre ficava tão ansioso quando ia ver ela pessoalmente – era meu subconsciente se preparando pra aguentar a tremenda energia positiva que eu ia receber no momento em que eu abraçasse ela. Mas quando ela tá mal, a energia dela também passa pra você. E você sente a necessidade imensa de ajudar ela, independente do que esteja acontecendo. É como se a sua felicidade dependesse da felicidade dela. Ela passou (e passa, todo dia) por muita coisa. E só de saber que as minhas palavras eram capazes de acalmar, pelo menos um pouquinho, aquele kokoro agitado, já era muito acima da minha dose de açúcar diária. Essa menina é um docinho. E cada conversa com ela é açúcar demais pra minha diabete.
Eu pensei por dias num bom nome pra dar pra esses sentimentos estranhos que tenho sempre que penso nela. E agora que eu estou terminando de escrever isso aqui, imagino que Girassol seja a melhor palavra, até agora.

Girassol.
Substantivo masculino.
Um conjunto de sentimentos que correspondem a algo muito maior do que paixão. É único. É mágico. E só pode ser desencadeado quando você ama a Sunflower.

É.
Acho que aquele All-Star amarelo só representa a ponta de um iceberg no oceano que é essa menina.


Feliz aniversário, gatinha. Obrigado por existir.
Continue sendo a pessoa maravilhosa que você é.
Eu te amo mais do que coquinha gelada num dia de calor.




Nota da Skyline:
Título alternativo desse post: Balada do Amor Inabalável – Part 2. Me arrependo amargamente de não ter feito propriamente uma parte 2…